CNPq destaca ações e programas em parcerias com as FAPs
06/12/2011 – De acordo com a coordenadora-geral de Cooperação Nacional do Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ana Lúcia Assad, o Estado do Amazonas tem se mostrado cada vez mais intenso no desenvolvimento de projetos de C&T.
Em recente visita a Manaus ela ressaltou que a parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) e o CNPq é muito forte. O depoimento aconteceu durante o segundo dia do Fórum Nacional do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) realizado no Centro de Convenções do Studio 5, no início de dezembro.
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De acordo com a coordenadora, que citou a FAPEAM como exemplo, as parcerias ainda são recentes, porém já apresentam resultados positivos com boas perspectivas. “Não temos ainda nem dez anos de parcerias, porém os resultados são positivos. Nossa meta é ampliar ainda mais as parcerias com novas ações que ainda vão surgir. Hoje temos vários programas em execução, mas a tendência é ampliá-los cada vez mais’’, disse.
Ainda segundo Assad, “a FAPEAM tem sido uma parceira muito forte em vários programas e ações. O Estado tem surgido com destaque na Região Norte junto com o Estado do Pará. Estamos investindo neste processo de consolidação e ampliação de CT&I na Região Norte”, afirmou.
Ciência Sem Fronteiras
Outro tema que foi destaque durante a palestra de Assad é o lançamento do edital ‘Ciência Sem Fronteiras’, que vai acontecer dia 13 de dezembro. O edital está sendo promovido pelo CNPq em conjunto com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e com as Fundações de Amparo à Pesquisa.
O edital é voltado exclusivamente para duas modalidades de bolsa, para pesquisadores visitantes, ou seja, trazer para o País um pesquisador estrangeiro que tenha seu grupo de estudo, pesquisa e laboratório para ficar em torno de um a dois meses e com isso fortalecer as parcerias com as instituições locais. Já a segunda modalidade de bolsa visa trazer brasileiros ou estrangeiros que estão lá fora para desenvolver projetos de pesquisa no Brasil pelo período de até 36 meses.
“Essas modalidades vão atrair pesquisadores estrangeiros para fortalecer as parcerias no Brasil e grupos de estudos, institutos de pesquisas sobre a Ciência Tecnologia e Inovação no País”, afirmou Assad.
Redação: Esterffany Martins
Edição: Ulysses Varela – Agência FAPEAM