CNPq e Fapeam firmam acordo para fortalecer pesquisas do SinBiose no Amazonas

Novo Airão, Arquipélago de Anavilhanas (AM). - Foto: Érica Speglich

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) firmaram um Acordo de Cooperação Técnica para cofinanciar projetos aprovados no âmbito do Programa SinBiose – Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. A iniciativa fortalece a articulação entre agências de fomento federais e estaduais para apoiar pesquisas estratégicas sobre biodiversidade e serviços ecossistêmicos na Amazônia.

O acordo terá vigência de cinco anos e será destinado à execução de projetos alinhados aos objetivos do SinBiose aprovados na Chamada CNPq/MMA/CONFAP/FAPs nº 15/2025 e que sejam coordenados por pesquisadores(as) vinculados à instituições sediadas no estado do Amazonas

“A cooperação do SinBiose com as Fundações de Amparo à Pesquisa representa um passo importante na articulação entre os níveis federal e estadual, abrindo mais possibilidades para que evidências científicas robustas possam de fato ser usadas para embasar a tomada de decisão sobre problemas complexos e seus impactos no dia-a-dia das pessoas”, explicou Marisa Mamede, secretária executiva do SinBiose no CNPq.

Para Márcia Perales Mendes Silva, diretora-presidente da Fapeam, a participação da fundação nesse esforço reforça o compromisso do estado com uma ciência conectada às demandas estratégicas da Amazônia brasileira. “Iniciativas como o SinBiose fortalecem a capacidade de transformar a produção científica sobre biodiversidade, clima e sociobioeconomia em subsídios concretos para políticas públicas e gestão ambiental, especialmente ao integrar diferentes bases de dados, saberes e instituições”, complementou a diretora-presidente.

No Amazonas, o acordo apoiará o projeto “Os rios comandam a vida: síntese de conhecimento sobre as áreas alagáveis amazônicas para estimativa e monitoramento de impactos – PULSAmazônia”, coordenado pela pesquisadora Camila Cherem Ribas, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). O projeto busca integrar e sintetizar conhecimentos sobre áreas alagáveis amazônicas, ampliando a capacidade de estimar e monitorar impactos ambientais em um dos ecossistemas mais dinâmicos e biodiversos do planeta.

Por:  Assessoria de Comunicação do CNPQ

 Foto: Érica Speglich


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