Plano de CT&I para a Amazônia será discutido em Fórum Regional
29/11/2011 – Secretários estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) e presidentes das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa da Região Norte participam nesta quarta-feira, 30 de novembro, do 3º Fórum Regional Norte do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).
O evento regional, que antecede o Fórum Nacional do Consecti/Confap 2011 que também será realizado em Manaus nos dia 1º e 2 dezembro, acontecerá no Auditório Tauató, na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), a partir das 9h e contará com as presenças dos secretários de Estado e presidentes das FAPs do Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima, Tocantins, Pará e Acre.
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O fórum também será prestigiado pelo secretário executivo do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT&I), Luiz Antonio Rodrigues Elias.
Organizado pela Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Amazonas (Sect/AM) e FAPEAM, em parceria com o Consecti e Confap, o evento terá como pauta principal o Plano Regional de CT&I para a Amazônia, documento que tem por objetivo definir metas e estratégias específicas para esta área a partir das demandas e potencialidades da região.
A necessidade de elaboração do Plano Regional para a Amazônia foi identificada e sugerida durante o último Fórum Regional do Consecti e Confap, que aconteceu em Belém/PA, em 28 de setembro quando foi discutida a aplicação deste na Região Norte.
Em sua terceira edição neste ano, o Fórum Regional confirma seu caráter político, articulando com as bancadas parlamentares e com os governadores, para desencadear ações que fortaleçam a CT&I na Região Norte e, consequentemente, contribuam para a melhoria da qualidade de vida na Amazônia, baseada em um desenvolvimento de fato sustentável.
O presidente do Consecti e titular da Sect/AM, Odenildo Sena, ressalta que é preciso uma maior união entre os Estados do Norte para que haja de fato desenvolvimento. “Há uma dispersão em nossa região. Dessa maneira, não partilhamos as dificuldades e dispersamos forças e recursos que poderiam ser utilizados. Imagine quantas ações poderíamos realizar para a Amazônia somando competências?”, enfatizou destacando ainda a necessidade de reforçar a articulação entre as secretarias de C&T e as Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), descentralizando ações para a Região Norte.
Rosilene Correa – Agência FAPEAM