Projeto Telessaúde é avaliado na Fuam

16/10/2013 – A avaliação do Projeto Telessaúde Aplicada ao Controle e Prevenção de Hanseníase nos municípios do Estado do Amazonas – Lábrea e Parintins – é a pauta principal da série de reuniões e visitas que a Fuam promove esta semana (de 14 a 18 de outubro), na sede da instituição e no município de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus).

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Participam das reuniões, o representante da Fundação Novartis – financiadora do projeto – York Lunau, equipe da Fuam e representantes das instituições parceiras deste projeto: Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Núcleo de Telemedicina do Amazonas e Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan). Representantes de Lábrea também participam da avaliação, através de teleconferências.

“A proposta é realizar reuniões, observações práticas, visitas, entrevistas, verificação do estágio atual do projeto e perspectivas de continuidade”, afirma o coordenador da telemedicina na Fuam e diretor técnico, Luiz Cláudio Dias.

Sobre o Projeto

O Projeto Telessaúde Aplicada ao Controle e Prevenção de Hanseníase nos Municípios do Estado do Amazonas iniciou em abril de 2013, num projeto-piloto executado nos municípios de Lábrea e Parintins. O projeto levou aos dois municípios do interior do Amazonas, a teleducação – cursos a distância sobre hanseníase para profissionais de saúde dos municípios – e a telemedicina – discussão de casos clínicos de pacientes entre os profissionais do interior e os especialistas da Fuam, para uma 2ª opinião médica e diagnóstico.

Além disso, a telessaúde, através de ferramentas como as videoconferências e os equipamentos de imagem de alta resolução, auxilia diretamente o trabalho das equipes de combate à hanseníase nos municípios.

Através do projeto, estabeleceu-se um canal de comunicação rápido e eficaz entre município e Fuam, Centro de Referência em Hanseníase, dando suporte em tempo real às ações de monitoramento e controle de casos da doença, vencendo um dos maiores desafios do programa de combate à hanseníase no Amazonas: as barreiras geográficas.

Com a avaliação do projeto a equipe espera discutir soluções para as dificuldades encontradas nestes primeiros meses de execução do projeto e com isso, fortalecer o programa, passo importante para a ampliação das ações de telessaúde em outros municípios do interior do Estado.

Fonte: Fuam


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