Rede anuncia metas para promover sustentabilidade de incubadoras na Região Norte
16/12/2011 – Com o desafio de promover a sustentabilidade das empresas incubadoras situadas na Região Norte, a nova diretoria da Rede Amazônia em Prol do Empreendedorismo e da Inovação (Rami) começa a delinear metas e ações a serem desenvolvidas para o biênio 2012/2013. A Rami integra incubadoras do Amazonas (8), Pará (8), Amapá (2), Acre (1), Rondônia (2), Tocantins (1) e Roraima (3). Após permanecer dez anos no Pará, a Rede terá grande participação de diretores do Amazonas.
A nova diretoria da Rami é composta pela gestora da Incubadora INMF, da Faculdade Martha Falcão, Jane Márcia Pinto Moura (diretora-presidente); Marcos Silva, gestor da Incubadora Tecnológica de Palmas-TO, (diretor vice-presidente); Maria Goretti Falcão de Araújo, gestora da Incubadora Ayty, do Instituto Federal do Amazonas-IFAM (diretora de Comunicação e Marketing); Euler Guimarães, gestor da Incubadora de Design, da Fundação de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica-Fucapi (diretor de Tecnologia e Inovação); Márcia Macedo, da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Pará (Diretora Executiva).
Segundo o diretor de Tecnologia e Inovação da Rami, Euler Guimarães, uma das metas da instituição é potencializar e otimizar as ações em rede a fim de compartilhar responsabilidades e multiplicar ações. “Pretendemos consolidar as ações já existentes e implantar novas incubadoras, inclusive no interior do Estado, visando o crescimento das empresas beneficiadas e consequentemente o desenvolvimento regional”, explica.
Sobre esta meta de expansão para o interior, Euler Guimarães informa que o município de Autazes (distante 108 quilômetros de Manaus) foi o primeiro contemplado por meio de edital lançado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e com recursos aprovados de R$ 50 mil, que serão utilizados para capacitação dos gestores, elaboração dos planos de negócios e documentações.
Além disso, a Rami também pretende efetivar novas parcerias institucionais e revitalizar as atuais. “Para isso, vamos buscar novas oportunidades junto ao governo e propor associação ao sistema Sebrae, Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), além de outros”, completa Euler.
A incubadora tem por objetivo apoiar a formação de empresas de base tecnológica nas áreas de atuação das instituições de ensino e pesquisa. As empresas selecionadas contam com assessoria e infraestrutura durante dois anos, prorrogáveis por até mais dois.
No Amazonas, há incubadoras no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (Cide), Instituto Federal do Amazonas (Ifam), Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação (Fucapi) e Faculdade Martha Falcão.
Fonte: CIÊNCIA EM PAUTA/SECTAM, por Luciete Pedrosa