Sistemas de Inovação e Sustentabilidade são debatidos durante Fiam
O seminário, segundo o secretário adjunto da Sect/AM, Dalton Chaves Vilela Junior, teve como principal objetivo conhecer o funcionamento e avaliar os capitais de investimento, para que os mesmos sejam potencializados e estimulados. As palestras foram iniciadas pelo professor associado do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e coordenador da RedeSist, José Eduardo Cassiolato.
Ele apresentou a palestra ‘Sistemas Locais de Inovação: Uma abordagem Sistêmica’, onde ressaltou que a inovação é processo cultural e coletivo e que a complexidade é uma forma de travar esse processo.
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A segunda palestra ‘Parques Tecnológicos versus Sistemas Locais de Inovação’, conduzida pelo presidente do conselho e assessor chefe da Hubconcepts Inc. Launone, Martti Launonen, demonstrou a necessidade de interação entre os sistemas de inovação e as áreas destinadas aos parques tecnológicos. Ele, que é Ph.D. em economia e administração de empresas, apresentou a experiência realizada na Finlândia e garantiu que essa experiência pode ser adequada à realidade local e é a melhor forma de garantir a inovação e a sustentabilidade ao mesmo tempo.
A coordenadora do Comitê de Arranjos Produtivos e Inovativos e de Desenvolvimento Regional do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Helena Maria Martins Latres, apresentou a importância do BNDES no apoio à inovação. Um dos pontos apresentados por Lastres foi que as empresas necessitam conhecer o cenário onde estão atuando para que seja possível ampliar o mercado.
Os capitais de investimento foram abordados por Humberto Matsuda, sócio responsável pelos fundos de Venture Capital da Performa Investimentos. Ele mostrou os capitais de investimento e formas de fortalecimento para micro, médias e pequenas empresas. A CEO da Inonouver, Ana Carolina Merighe, finalizou a jornada com uma apresentação voltada para a busca de recursos pelas empresas. Ela salientou que para essa busca é necessário que as empresas estejam bem preparadas, conhecendo os seus pontos fortes e suas limitações.
Rosilene Corrêa – Agência FAPEAM